
Na lentidão do tempo escondes a tua fragilidade por artifícios, por contornos cada vez mais absolutos. Lembras daquele tempo quando as mensagens absorviam uma amplitude diferente? Criticavas-me tanto por usar dos argumentos que usava, enquanto ficavas sem dizer nada... entendes agora porquê? Separações aconteceram, movimentos estranhos e cada qual ficou assim, em sua ponta, seguindo o seu caminho...! Continuo a dizer que isso não faz sentido e que nunca esqueci as tuas frases e muito menos o teu olhar...
Quantas vezes não fiquei baralhado pelas tuas atitudes? Imensas... mas confesso que nunca te esquecerei e muito menos todos os momentos que nos uniram e fizeram de momentos grandes momentos. Interessante como descobri em ti tudo aquilo que sempre desejara desde que me conheço. Fantástico! E ainda falo de ti sem que fale contigo. Serás sempre um marco nos tempos da minha vida e ainda que tudo nos tenha separado, por tua pancada e contornos de raciocínio, entendo que não foi a melhor decisão, mas tu é que sabes! Agora, vou sem destino, colhendo algo dos campos e passeando por outros campos, poisando por aqui, por ali. Vou então entre tantos prados de flores e danças do espírito...
22.01.2008 - 17:00h